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CINEMA - MÚSICA E PRÊMIO
Edição 2010 da Mostra Infantil encerra com espetáculo Pequeno Cidadão e o anúncio dos curtas vencedores
O projeto do longa O Menino no Espelho foi o escolhido para representar o Brasil no Fórum de Financiamento do BUFF Festival, na Suécia, após vencer o 3º Pitching realizado na 9ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, encerrada ontem. Público e júri elegeram ainda os melhores filmes da Mostra Competitiva, numa disputa que envolveu 73 curtas-metragens de 14 estados. As categorias de Melhor Ficção e Melhor Animação foram definidas por uma comissão de profissionais de cinema e educação. O Melhor Filme foi escolhido pelo júri popular e o Prêmio Especial, por crianças convidadas. O júri oficial também ofereceu uma Menção Honrosa a O Melhor Lugar, “pela sensibilidade com que aborda um tema delicado e dos mais importantes para a defesa da criança”. Os quatro vencedores das categorias principais são contemplados com um prêmio-aquisição da TV Brasil, no valor de R$ 5 mil cada, e incorporados à programação da emissora pública federal. As sessões da 9ª Mostra de Cinema Infantil tiveram público de 24 mil pessoas, na Capital e em outras 10 localidades da Grande Florianópolis. O anúncio dos vencedores antecedeu o show Pequeno Cidadão, no encerramento desta nona edição, com a plateia do Teatro Álvaro de Carvalho lotada, na tarde de ontem. O projeto de “música psicodélica para crianças” encabeçado por Arnaldo Antunes (ex-Titãs), Taciana Barros (ex-Gang 90), Edgard Scandurra (ex-Ira!) e Antonio Pinto (autor de trilhas de filmes como Cidade de Deus e Central do Brasil) foi visto pela primeira vez em Florianópolis, poucas semanas antes do lançamento do DVD com animações de 14 estúdios diferentes. Metade dos candidatos do Pitching apostou em adaptações de livros O vencedor do 3º Pitching, O Menino no Espelho, é baseado no livro homônimo do escritor Fernando Sabino (reeditado mais de 70 vezes desde o lançamento, em 1982) e reflete uma das tendências da edição deste ano no mecanismo de seleção pública de projetos, em que metade dos seis candidatos eram adaptações de obras literárias. Com direção de Guilherme Fiúza Zenha e produção de André Carreira, da produtora mineira Camisa Listrada, O Menino no Espelho recebeu o prêmio de Melhor Argumento no Concurso da Globo Filmes no Cine Ceará em 2009, o que resultou no compromisso de um apoio em mídia na TV Globo para o seu lançamento.
ário Catarinense - 5 de julho de 2010).
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CINEMA - O EDITAL DE CINEMA QUE JÁ VIROU NOVELA
Nem por força de lei, governo cumpre com tarefa de anunciar a edição de 2010 do recurso que, desde 2001, deu impulso à produção do setor em SC
É um verdadeiro festival de datas. Até o início da tarde de ontem, não havia definição sobre o lançamento do Edital Catarinense de Cinema 2010, por parte do governo do Estado. A Comissão de Organização de Acompanhamento do Edital, informou, extra-oficialmente, o dia 5 de novembro (Dia da Cultura) como o prazo para cumprir com o compromisso. Se liberado, o dinheiro aos produtores contemplados deverá ser pago em março de 2011. A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) chegou a anunciar que o lançamento do edital e a assinatura com os premiados de sua edição 2009 seria promovida no mês passado, durante a programação do Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM). A informação foi divulgada pelo presidente da FCC, Antonio Ubiratan de Alencastro, em entrevista ao Diário Catarinense, em 3 de junho. O lançamento constava na programação oficial do FAM, com dia e horário: 20h45min de 16 de junho. Como isso não se confirmou, foi anunciado que o edital seria lançado em uma solenidade no final de junho, ou no início de julho. A data não teria sido confirmada por um problema de agenda do secretário de Cultura, Esporte e Turismo do Estado, Valdir Valendowski . – Há uma necessidade de aperfeiçoar o edital, ele é de 2001, e precisa ser revisto em alguns pontos. Vamos trabalhar nisso até novembro. Há também a situação dos pagamentos, estamos em período eleitoral e temos que seguir a lei de editais – explica Ronaldo dos Anjos, presidente da Comissão de Organização e Acompanhamento do Edital Catarinense de Cinema, ao anunciar a nova data definida para o lançamento. Lei eleitoral antecipa repasse a entidades O edital é hoje um dos mais importantes – senão o principal – mecanismos de política cultural do governo do Estado. Lançado em 2001, teve como primeiro longa-metragem contemplado (com R$ 800 mil) o filme Seo Chico – Um Retrato, de José Rafael Mamigonian. Não houve edições em 2003, 2004 e 2006. O fato é sempre lembrado porque o edital é lei e deveria ser cumprido anualmente. O governo diz que os contemplados para o edital 2009 serão pagos em julho, totalizando R$ 1,9 milhão. A FCC e a Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo informaram ontem, por meio de sua assessoria de imprensa, que a ordem de pagamento tem obedecido a lei eleitoral, pela qual associações e entidades públicas deveriam receber repasses de verbas até o último dia 3. Desta forma, teriam sido priorizados os pagamentos das entidades públicas e associações vinculadas à secretaria – para, depois, fazer outros pagamentos, entre eles, o Edital de Cinema, cujo prazo é o exercício do ano de 2010, ou seja, está dentro do cronograma. Quanto a outro grande edital da cultura catarinense, o Elisabete Anderle, a FCC informa que os pagamentos foram efetuados até 29 de abril. Apenas quatro projetos não foram pagos, devido a documentação incompleta. Segundo a fundação, esses problemas já foram sanados pelos responsáveis desses projetos e o repasse será feito no próximo dia 17.
ário Catarinense - RENÊ MÜLLER - 9 de julho de 2010).
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NAS ALTURAS - FORÇA AÉREA BRASILEIRA FAZ SIMULAÇÕES DE BUSCA EM SC
Setenta e quatro militares participam dos exercícios para apurar técnica de pilotos e observadores
Encontrar uma agulha no palheiro não é tarefa fácil, diz o ditado popular. Pilotos e observadores da Força Aérea Brasileira (FAB), acostumados a procurar pontinhos de vida na imensidão do mar ou das florestas, sabem muito bem disso. Para ficar com o olho calibrado, um esquadrão da Base Aérea do Galeão, do Rio de Janeiro, faz exercícios militares em Florianópolis. São simulados buscas e resgates. O treinamento começou no domingo passado e vai até amanhã. De acordo com a FAB, a capital catarinense foi escolhida para os exercícios por causa do tráfego aéreo tranquilo e pelas condições geográficas – a pista de pouso e decolagem fica perto do mar, onde é feita a maior parte das simulações. Instrutores participam de ações dentro e fora do país Um dos treinamentos foi acompanhado pelo Diário Catarinense na tarde de ontem. A bordo de um Hércules C-130, a equipe sobrevoou pontos de terra e mar da cidade. O grupo que instrui os militares nos exercícios participa de missões como as buscas ao avião da Air France que caiu no Atlântico ao fazer a rota Rio de Janeiro-Paris. O acidente foi em junho do ano passado e provocou 228 mortes. O pelotão também atuou na operação de resgate do avião da Gol, que caiu na Amazônia, em setembro de 2006, matando 154 pessoas. Os militares não trabalham só no território nacional. Fazem, em média, três viagens por ano à Antártica para apoio ao programa brasileiro no local. Em janeiro deste ano, foram ao Haiti ajudar as vítimas do terremoto que devastou o país. – Quando ocorre um acidente em qualquer parte do Brasil, temos de estar totalmente preparados para a operação. É o nosso trablho – explica o suboficial Monteiro, da FAB. Setenta e quatro militares participam do treinamento que aconetce em Santa Catarina. Eles praticam operações de busca marítima e terrestre, lançamento de fardos e de botes para salvamento em mar. A simulação é feita duas vezes por ano. Para a formação de pilotos são exigidas 12 missões de uma hora cada. Para observador, sete de duas horas. – O treinamento de busca e resgate é de suma importância, já que não podemos falhar quando estamos em operação. Os pilotos e observadores não podem ter dúvidas. Têm que ter certeza no cumprimento da missão – diz o major Monsanto.
ário Catarinense - GUTO KUERTEN - 10 de julho de 2010).
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ARTIGOS- BIBLIOTECAS ESCOLARES
A lei que obriga a instalação de bibliotecas em todas as escolas da rede pública ou privada, recentemente, foi sancionada e publicada no Diário Oficial da União. Segundo esta lei, as bibliotecas deverão ser implementadas num prazo máximo de até 10 anos. E o acervo, no mínimo, deverá ser de um livro por aluno matriculado. No entanto, dados estatísticos revelam que as escolas da rede pública estão defasadas quanto a esta questão. Na verdade, somos obrigados a pensar, a refletir e a questionar sobre este assunto. Como se concebe uma escola sem biblioteca? Qual a noção de biblioteca na visão dos planejadores da educação sistemática brasileira? Até que ponto a tão discutida qualidade da educação está na pauta dos planejadores? Afinal, a quem compete a responsabilidade pela instalação e implementação de eficientes bibliotecas públicas escolares? Tomara que seja para valer. E que não sirva de jogo de empurra, pendendo apenas para o lado da escola pública e de seus profissionais. Alimentar e realimentar as bibliotecas constitui uma prioridade. É preciso ter presente que a biblioteca é a alma da instituição escolar. Mas, vale enfatizar, que uma biblioteca não pode ser confundida com depósito de livros, empoeirados, em salas fechadas, catingando a mofo. Suas portas precisam ser mantidas abertas à clientela escolar, sobretudo, com estímulo e orientação constantes para o uso e conservação dos livros. Saber usar o livro como uma das fontes de pesquisa implica compreensão, interpretação e aplicação do resultado da pesquisa como essência na produção de conhecimento. Que o acervo de cada biblioteca seja referência para o enriquecimento do currículo escolar! E que a formação e aproveitamento dos bibliotecários mereçam atenção.
(Fonte: Diário Catarinense - Maria Aparecida Lemos Silva - Doutora em Educação - 10 de julho de 2010).
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